Para essa constante passagem entre feliz e infeliz, nessa geração, há uma explicação:
Na verdade, quando a expectativa é maior do que a realidade, ficamos felizes. Mas quando se percebe que essa expectativa pode vir a ser uma frustração (o que leva um tempo muito curto), ficamos infelizes.
No texto, oferecido pelo site Why But Why, o autor cria uma historinha que é super fácil de entender como o processo funciona.
Os pais da Geração Y , os Baby Boomers, que foram criados pelos pais que na época da Segunda Guerra Mundial eram chamados de "The Greatest Generation", o que levava a criação de ter carreiras seguras e uma vida econômica estável, durante os anos 70, as expectativas eram bem maiores do que a realidade, isso os deixavam mais otimistas e realizados.
Por isso, a geração dos Baby Boomers criaram seus filhos otimistas e com a liberdade de escolherem fazer o que quiserem, portanto que estivessem felizes. Assim, levando à grandes expectativas e à ambição. A Geração Y (nós!), quer ganhar dinheiro fazendo algo que gosta e fazendo algo incrível como foram criados.
Mas a grande frustração é quando nos achamos superespeciais, e aí percebemos que todos se acham especiais como nós. Logo, ninguém é tão especial assim. Se quer se fazer percebido e realmente especial no mercado de trabalho, é preciso correr atrás e trabalhar muito!
A questão é: ficamos frustados a todo momento, quando percebemos que não somos tão bons e especiais quanto pensamos. Ás vezes, a competição da vida é criada dentro da sua cabeça e nem sempre "a grama do vizinho é mais verde que a sua".
Então se você está nesse momento e se identificou, não fique "chatiado". Continue sendo ambicioso e corra atrás (isso está servindo para mim também), a vida não é feita de unicórnios se você correr atrás para que eles se tornem reais.
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