Sempre vou ao jornaleiro ou livraria de bobeira, como quem não quer nada, ver as novidades ou se algo me chama a atenção. Dessa vez não foi diferente. Rodeada de notícias antigas, me deparei com a Bazaar Art. Pode ter sido por falta de informação, mas logo me agradei com o que lia, e jamais pude imaginar que uma revista que popularmente, é inspirada pelo mundo da Moda, tivesse edições que pudessem dar uma atenção total à cena artística contemporânea, com páginas supercoloridas, com conteúdos fortíssimos, exposições atuais pelo mundo e bem escritos textos, de antigos e novos críticos de arte.
Ali, fiz meu roteiro artístico por SP e ainda dei uma viajada em Paris, Berlim e Londres (não custa sonhar, né?)
Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai à Maomé. E você pode encontrá-la por apenas 15 reais.
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